A escola diante da abundância
Num mundo saturado de informação, a escola ainda ensina como se o saber fosse escasso. É hora de formar discernimento, autonomia e juízo.
Num mundo saturado de informação, a escola ainda ensina como se o saber fosse escasso. É hora de formar discernimento, autonomia e juízo.
A mitologia grega funcionou por séculos como gramática pública de sentido: explicava origens, normatizava condutas, educava na paideía e sustentava a coesão cívica. Forjada na tradição oral e fixada por Homero e Hesíodo, transformou-se no período clássico (tragédia, filosofia, mistérios), sistematizou-se no helenístico/romano e declinou como prática pública com a cristianização — migrando para literatura e artes.
Teoria da Representação em Schopenhauer, “o mundo é minha representação”: a realidade se dá numa cena estruturada por sujeito, espaço, tempo e causalidade — chave para pensar desejo, técnica e tutela.
O “véu de māyā” designa a aparência que encobre a realidade — metáfora que Schopenhauer usa para pensar a vida como representação, sedução dos sentidos e possibilidade de despertar.
Realismo jurídico. A realidade objetiva e reiterada se impõe, silenciosamente, sobre a subjetividade dos julgadores: notas sobre cultura da vara, courtroom workgroup e a tensão entre legalidade e contexto.